- Sheila Vianna - Bola de Neve Santos

O spoiler já está dado: Deus vence. Esse final está escrito desde antes da fundação do mundo.

Joel 2 fala sobre algo devastador que viria ao mundo, que os filhos seriam chamados ao arrependimento e que, após isso, haveria restituição financeira, de unção e alegria e Deus derramaria o sEu Espírito sobre todos.

Esse processo já começou. Quando você coloca vinho novo no odre velho, você perde os dois. O odre é como um cantil de couro costurado e flexível, uma vasilha usada para transportar líquidos a longas jornadas.

O valor do Odre está na sua utilidade. Pra isso, ele precisa permanecer flexível e novo. O velho rígido, duro e rachado, é inútil para o propósito.

Deus quer nos restaurar, o que requer tempo e é doloroso.

Um odre pode endurecer pelo excesso de permanência no deserto ou excesso de exposição a fumaça.

O problema não é o deserto, é a permanência mais do que necessária nele. O deserto representa os tempos difíceis que nos provam, ele sempre será um divisor de águas para quem caminha com o Pai.

Não é o deserto que endurece alguém, mas a sua relutância em ser flexível.

A fumaça fazia o couro ficar mais resistente. A função era colocada no couro para que matasse as bactérias. Ela simboliza a tentação e não é pecado, nós só precisamos sair pela porta de escape.

O odre velho não é resistente, ele estoura e desperdiça o que foi derramado sobre si.

Há um processo de restauração de um Odre.

1 – Água

A água da palavra nos lava. É a Verdade que voltamos a ouvir.

2 – Vara

Os açoites são as disciplinas que nos fazem ser flexíveis.

A disciplina faz parte do crescimento e não é opcional.
3 – Óleo

Significa a unção de Deus que quebra o jugo da dureza.

Diante de tudo isso, a pergunta é: como sairemos desse tempo? Como odres velhos ou como odres novos?

Quem ainda não ouviu essa palavra pode acessar o Youtube Pr. Eric Vianna e assistir.Quem sairá como um odre novo comenta aqui: Eu sairei!