- Sheila Vianna - Bola de Neve Santos

Não precisamos de microfone pra sermos mensageiros. João Batista é um exemplo de proclamador que devemos imitar.

João pregava em um tempo difícil. Era a mesma época em que o imperador romano era considerado deus; mesma época de Pôncio Pilatos, o mesmo que liberou Jesus pra ser crucificado; de Filipe e Antipas, governadores desumanos e dos líderes Anás e Caifás que foram responsáveis por acusar Jesus e convencer de que Ele deveria ser crucificado. Ou seja, ambiente totalmente desfavorável.

A palavra veio a João no deserto, ele não estava na zona de conforto. Ele pregava batismo de arrependimento para perdão.
Mas João discernia que alguns vinham com a motivação errada, por isso sua palavra era de confronto. Ao invés de darem as costas, as pessoas ficavam, e pediam aconselhamento.
O povo começou a achar que João era o Cristo. Muitos passam a atribuir honra ao mensageiro e não ao Deus da mensagem. Mas João não se perdeu, porque sabia bem quem ele era e tambem quem ele NÃO ERA.
Presunção é você não valorizar o papel do outro, saber quem você é no Reino não é presunção, mas maturidade.

Quando Jesus chega até João acontece o ápice do seu ministério, apresentar ao mundo o Cordeiro de Deus.

A partir daquele momento os discípulos de Joao passam a seguir Jesus, pq um evangelista verdadeiro não faz discípulos para si, mas para Ele.

Pouco tempo depois João é preso por confrontar o rei. Ele era coerente com o seu discurso, mesmo que sofresse.

4 pontos da vida de João:
1- Tinha uma pregação completa e não fazia acepção de pessoas. Pregava arrependimento e perdão, justiça e juízo.

2- Tinha uma vida coerente com o seu conselho.
3- Sabia a sua identidade. Quando você se importa SÓ com a opinião de Deus, Ele se alegra!

4- Não mudava o discurso de acordo com o ouvinte.
Se tem uma coisa que a palavra de Deus NAO é, é politicamente correta. Ela é direta, correta e confrontadora!

Opinião de Jesus a respeito de João: “muito mais que um profeta”.